O presidente dos EUA, Donald Trump, condenou a sentença de 9 anos de prisão do pastor chinês, Wang Yi, um dos pregadores cristãos mais conhecidos da China. Segundo Trump, a prisão indica que a China está pressionando cada vez mais os cristãos e outros grupos religiosos.

Wang Yi foi condenado por, entre outras coisas, “minar o Estado”. A Igreja do Pacto da Chuva Precoce, onde é pastor, é uma das igrejas protestantes não-registradas mais conhecidas da China.

A lei chinesa estipula que os membros só podem se reunir em igrejas regulamentadas autorizadas pelo Partido Comunista Chinês. Igrejas registradas e comunidades religiosas na China também foram confrontadas com o aumento da repressão nos últimos anos. Locais de culto foram demolidos e igrejas foram fechadas.

“Pedimos a libertação imediata e incondicional de Wang Yi. Pedimos a Pequim que cumpra suas obrigações internacionais e sua própria constituição e proteja a liberdade religiosa de todos”, disse a porta-voz, Morgan Ortagus, em nome do Governo Trump.

Pastor chinês Wang Yi. Imagem: Screenshot do YouTube.

Antes de se tornar pastor, Wang Yi era ativista de direitos humanos e crítico do ditador comunista chinês Xi Jinping. Não há dúvida de que este seja um caso de perseguição a um cristão.

Perseguição na China

O governo chinês elaborou um plano de cinco anos para tornar o cristianismo mais “compatível” com o socialismo. Para isso, o governo ditatorial comunista chinês pretende “reescrever” a Bíblia, modificando-a segundo os seus interesses e ideais.

A repressão à religião destruiu muitas igrejas domésticas – que congregam em casas – na China. Milhares de cruzes de igrejas nacionais foram removidas.

via Conexão Política

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