Material foi encontrado em um sítio na Ilha de Mosqueiro
"Hoje é um dia histórico para nossa Polícia Civil do Pará. Esta é a maior apreensão de substância entorpecente na história e estamos queimando cerca de R$60 milhões e salvando muitas vidas, fazendo com que inúmeras famílias não sejam destruídas. Seja aqui no Pará, no Brasil ou até mesmo no mundo", enfatizou o delegado-geral da Polícia Civil, Alberto Teixeira.
Sete fornos foram utilizados durante a incineração de dois mil e trezentos quilos de cocaína apreendidos durante a operação "Narcos II", realizada pela Polícia Civil. O ato de incineração aconteceu na Cerâmica Feijoal, localizado em Santa Izabel, região metropolitana de Belém, e contou com a participação de representantes de todos os órgãos envolvidos na operação.
Antes de serem incinerados, os entorpecentes passaram pelo processo de perícia, realizada pelos servidores do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves.
De acordo com o diretor de Polícia Metropolitana, Marco Antônio Duarte, as investigações sobre o caso continuam. "O inquérito foi tombado e temos 30 dias para concluir. A nossa missão é identificar outros envolvidos neste caso de tráfico e para onde a droga seria encaminhada".
A Superintendência da Região Metropolitana, por meio das Seccionais de Mosqueiro e Cidade Nova, além da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais, iniciaram a operação "Narcos II", no domingo (16) com finalização nesta quarta-feira a qual apreendeu mais uma tonelada de cocaína em um sítio localizado em Mosqueiro, distrito de Belém. Na tarde do domingo, policiais civis já tinham apreendido uma tonelada de cocaína no mesmo local.
Duas pessoas foram presas, em flagrante, durante a ação: Luis Evito dos Santos Carvalho e o peruano James Tamuana Schika. Tamuana foi preso pela Polícia Federal em 2009. Ele foi condenado pela
Justiça Federal brasileira a 29 anos de prisão por tráfico de drogas e formação de quadrilha e estava foragido. (Agência Pará)

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